Sexta, 13 de dezembro de 2019
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Internacional

13/11/2019 às 12h08

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Profº Nicanor

União dos Palmares / AL

Com 19 anos é a deputada mais jovem da América
Jovem de 19 anos elegeu –se deputada na Argentina.
Com 19 anos é a deputada mais jovem da América
uol

Ela é jovem, descolada, feminista, defensora da legalização do aborto e militante de um movimento popular. Ofelia Fernández não se parece em nada com o padrão de pessoas que costumam ocupar cargos eletivos e espaços de decisão na política institucional.


No entanto, a partir de 10 de dezembro, ela assume como deputada da Cidade Autônoma de Buenos Aires, capital da Argentina. Eleita em outubro, a garota de 19 anos votou para presidente pela primeira vez no mesmo pleito em que terminou eleita como a legisladora mais jovem da América Latina.


No legislativo portenho, Ofelia integra o bloco da Frente de Todos, coligação do presidente eleito Alberto Fernández e da ex-presidente, atual se coligação do presidente eleito Alberto Fernández e da ex-presidente, atual senadora e futura vice-presidente Cristina Kirchner.


Em maio de 2018, Ofelia era uma líder estudantil que tinha acabado de completar 18 anos quando foi convidada a apresentar seus argumentos a favor da legalização do aborto na Câmara de Deputados da Argentina. Na ocasião, seu discurso chamou a atenção pela contundência e pela articulação de ideias em um espaço que não costuma ser ocupado por jovens combativas.


O projeto de lei de interrupção voluntária da gravidez foi aprovado pela Câmara em junho daquele ano, mas acabou rejeitado pelo Senado do país dois meses depois. Um ano depois daquele discurso, Ofelia lançava sua pré-candidatura


"Minha plataforma tem eixos fundamentais que enfrentam algum fator de resistência porque todos são uma novidade para a política tradicional, apesar de serem questões que já aparecem nas ruas e na agenda de mobilizações da juventude", explica a deputada eleita em entrevista a Universa. "O primeiro é, sem dúvida, a agenda feminista e o acesso à interrupção da gravidez nos termos que já estão previstos pela lei atual.


Como ela integra uma força minoritária na casa e o partido do atual presidente, Mauricio Macri, a que ela se opõe, detém a maioria, ela reconhece que tem poucas chances de levar adiante o debate legislativo sobre as pautas que defende


"Não me chame de mocinha" Entre 2016 e 2017, quando era presidente do centro acadêmico, começou a ganhar notoriedade ao conceder entrevistas a jornalistas homens e de meia-idade que, ao tratá-la com certa indulgência, terminaram por ajudá-la a construir argumentos para a necessidade de maior participação de jovens na política institucional.

FONTE: Uol

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