Segunda, 28 de setembro de 2020
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Polícia

09/02/2020 às 17h27

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Redacao

União dos Palmares / AL

Miliciano ligado a Flávio Bolsonaro foi assassinado.
O ex-PM sabia que seria assassinado como queima de arquivo.
Miliciano ligado a Flávio Bolsonaro foi assassinado.
arquivo.folhape

Morto na manhã deste domingo, 9, pela polícia da Bahia, o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como Capitão Adriano, estava convencido de que queriam matá-lo, não prendê-lo. Nos últimos, tanto ele quanto sua esposa relataram que tinham certeza de que havia um plano de "queima de arquivo" em curso contra o ex-policial militar.


Apontado como chefe do Escritório do Crime, grupo que atua na zona oeste do Rio, Adriano é citado nas duas investigações de maior repercussão do MInistério Público fluminense: a da morte da vereadora Marielle Franco e a que apura o suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do senador Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual.

Foragido desde a Operação Os Intocáveis, que em janeiro do ano passado prendeu a cúpula do Escritório do Crime, Adriano estava na Bahia e chegou a escapar da polícia no dia 31 de janeiro deste ano, quando os agentes foram à casa em que ele estava escondido até então.


O ex-capitão do Bope nunca havia falado diretamente com seu advogado, Paulo Emilio Catta Preta, até a quarta-feira passada. Foi quando, preocupado com os últimos movimentos da polícia, ligou para ele e relatou que tinha "certeza" de que queriam matá-lo para "queimar arquivo". A viúva do miliciano também fez o mesmo relato.

FONTE: Folhape

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