Segunda, 20 de Setembro de 2021 15:02
82991319220
Política Política

Bolsonaro alega complô petista na urna enquanto 'conspira' para eleger Lula.

Bolsonaro sabe que perde a eleição se não promover confusão até alterar sistema, uma espécie de golpe indireto.

01/08/2021 23h37
Por: Redacao

Um dos embustes apresentados por Jair Bolsonaro para atrair seus fãs às manifestações em prol do voto impresso (e em defesa de um golpe de Estado), neste domingo (1), foi de que há um complô do Tribunal Superior Eleitoral para eleger Lula presidente em 2022. Quem conhece os envolvidos solta uma gargalhada quando ouve essa estupidez, pois é mais fácil o tal camelo passar pelo buraco da tal agulha do que essa conspiração acontecer.

Pelo contrário, se a história recente nos ensinou algo, é que representantes do Poder Judiciário operaram para impedir Lula de participar da eleição presidencial de 2018. Um deles, inclusive, era um juiz federal que o tirou do pleito e, logo depois, virou ministro de Jair Bolsonaro.

O embuste é porque o principal cabo eleitoral do petista tem sido o próprio presidente da República, que realiza um governo ruim nas dimensões mais básicas. Suas ações diante da covid-19 geraram 14,8 milhões de desempregados, de acordo com o IBGE, e 556.437 mortos.

Seja pelo negacionismo, seja pela corrupção na compra de vacinas, o governo esticou os picos da pandemia por muito mais tempo, fazendo com que perdêssemos postos de trabalho e amigos, colegas e parentes. Até o auxílio emergencial, criado por pressão do Congresso Nacional, foi reduzido a valores pífios, com um piso de R$ 150 que não compra 25% da cesta básica em São Paulo, Rio, Porto Alegre e Floripa, de acordo com dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Se Bolsonaro não fosse péssimo para a maioria dos trabalhadores e uma tragédia para os seres vivos em geral, das árvores aos humanos, ele não estaria com 51% de reprovação e 24% de ap Seja pelo negacionismo, seja pela corrupção na compra de vacinas, o governo esticou os picos da pandemia por muito mais tempo, fazendo com que perdêssemos postos de trabalho e amigos, colegas e parentes.

Até o auxílio emergencial, criado por pressão do Congresso Nacional, foi reduzido a valores pífios, com um piso de R$ 150 que não compra 25% da cesta básica em São Paulo, Rio, Porto Alegre e Floripa, de acordo com dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Se Bolsonaro não fosse péssimo para a maioria dos trabalhadores e uma tragédia para os seres vivos em geral, das árvores aos humanos, ele não estaria com 51% de reprovação e 24% com 51% de reprovação e 24% de aprovação, segundo o Datafolha, nem perdendo com amplas margens para Lula nas pesquisas de intenção de voto para 2022.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Ele1 - Criar site de notícias