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Guerra psicológica? Por que silêncio do Hezbollah incomoda o Ocidente

Grupo Hezbollah observa e analisa os conflitos

Por: Profº Nicanor Fonte: uol
22/10/2023 às 13h25 Atualizada em 22/10/2023 às 18h40
Guerra psicológica? Por que silêncio do Hezbollah incomoda o Ocidente
reprodução

durante as crises consideradas mais graves, não fez, até agora, nenhuma declaração sobre o conflito entre Israel e Hamas. Analistas especializados no conflito dão duas explicações possíveis a este silêncio preocupante, enquanto se teme que a guerra se espalhe pelo Oriente Médio…

As possíveis razões

A primeira delas, menos provável, é que Nasrallah não teria nada a anunciar…

Isso significaria que o grupo, e com ele o Irã, ainda não tomou uma decisão definitiva sobre a atitude que vai adotar diante da crise atual.

A segunda razão seria que Nasrallah, que controla bem os elementos da guerra psicológica, deixaria, de maneira consciente, pairar a dúvida sobre suas intenções.

Com isso, ele poderia surpreender os israelenses ou para dar mais espaço aos iranianos em uma eventual mediação ou negociação indireta…

Os Estados Unidos e seus aliados ocidentais vêm alertando sobre uma possível propagação da guerra entre Israel e o Hamas em outros países do Oriente Médio. Foi para evitar que o Hezbollah e seu principal financiador, o Irã, entrem no conflito, que Washington posicionou no Mediterrâneo Oriental dois porta-aviões.

Mas, poucas horas após o ataque do Hamas contra o território israelense, aconteceu um primeiro confronto na fronteira entre o Líbano e Israel… -

Após a tentativa de infiltração de um comando da Jihad Islâmica Palestina do sul do Líbano em Israel, em 9 de outubro, os combates que opõem o Hezbollah e o Exército israelense estão cada dia mais intensos. Antes limitados a alguns pontos, agora eles atingem toda a fronteira.

Nos ataques são usados artilharia, tanques, drones e helicópteros… -

Esta ainda não é, entretanto, uma guerra oficial. Israel e Hezbollah tentam respeitar as regras de cessar-fogo em vigor desde 2006, após a guerra de 30 dias entre os dois países.

Israel também afirmou, no domingo (16), que não quer uma guerra na fronteira com o Líbano. Os combates, apesar de violentos, continuam confinados à região da fronteira e os protagonistas evitam, até agora, atacar zonas residenciais… -

 

 

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