
O Superior Tribunal de Justiça avalia se vai homologar a delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado de ter o autor dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista dela Anderson Gomes. O nome do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro Domingos Brazão foi apontado por Lessa como um dos mandantes do crime.
O acordo de colaboração premiada foi proposto pela Polícia Federal, mas precisa ser homologado pelo STJ, que aguarda a confirmação dos investigadores de que as informações prestadas são verdadeiras. A RECORD apurou que o documento cita as razões e o suposto mandante do atentado, no centro do Rio de Janeiro, em março de 2018.