
O tempo quente e chuvoso entre os meses de janeiro e maio, favorece a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus da dengue, e contribui para o aumento no número de casos de arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos e carrapatos)
Medidas preventivas básicas como o descarte de lixo em sacos plásticos bem fechados, limpeza dos reservatórios de água e calhas d’água são essenciais para impedir a sua reprodução, mas não são suficientes para eliminar o mosquito de forma definitiva.
O Aedes aegypti vive preferencialmente nas áreas internas das construções e geralmente possuem hábitos diurnos, diferentemente do mosquito comum, conhecido como "pernilongo" ou "muriçoca", ativo principalmente durante a noite.
Mesmo a pessoa que já foi infectada pela dengue pode ser infectada novamente, já que existem quatro sorotipos (“variações”) do vírus. Ou seja, uma pessoa pode ser acometida pela doença em até quatro ocasiões distintas. Desde o final de 2024, mais de 12 mil casos de dengue foram confirmados em Pernambuco, segundo dados do último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do estado
Os principais sintomas da doença incluem febre, forte dor de cabeça ou atrás dos olhos, dores no corpo ou nas articulações e manchas vermelhas na pele. Em caso de suspeita de infecção, as autoridades de saúde orientam manter uma boa hidratação, evitar a automedicação e, principalmente, procurar um médico ou uma unidade de saúde.