
O ofensiva de ontem dos Estados Unidos sobre o Irã pretende consolidar um movimento que começou no século passado: de aumentar a influência americana sobre o Oriente Médio, uma região tradicionalmente arredia, mas rica em petróleo.
O ataque também serve a interesses geopolíticos caros ao presidente americano, Donald Trump: atrapalhar o acesso da China, seu principal rival, ao petróleo da região e ainda desestabilizar a Europa, diante da multidão de iranianos que irão fugir do país.
O interesse de Trump é controlar uma das maiores reservas de petróleo do mundo e quer dificultar a compra de petróleo pela China, Japão, Índia e Coreia do Sul.