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Cantor Amado Batista entra na ‘lista suja’ do trabalho escravo

Amado Batista foi acusado de usar trabalho escravo em suas fazendas

Por: Profº Nicanor Fonte: r7noticias
07/04/2026 às 22h00 Atualizada em 24/04/2026 às 13h05
Cantor Amado Batista entra na ‘lista suja’ do trabalho escravo
reprodução

Após o nome do cantor Amado Batista aparecer na chamada “lista suja” do trabalho escravo, atualizada na última segunda-feira (6) pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), a defesa do artista decidiu se manifestar sobre o caso.

Ao Blog da Fabíola Reipert, advogado do cantor, Maurício Carvalho, contestou uma das principais informações que circularam após a divulgação da lista: o suposto resgate de trabalhadores nas propriedades do artista.

“A informação de que houve o ‘resgate’ de 14 trabalhadores na propriedade é completamente falsa e inverídica. Todos os funcionários continuam trabalhando normalmente”, afirmou o advogado.

Segundo o Governo Federal14 funcionários teriam sido submetidos a condições análogas à escravidão em duas propriedades ligadas ao cantor, localizadas em Goianápolis.

A apuração aponta que dez trabalhadores estavam no Sítio Esperança e quatro no Sítio Recanto da Mata, fazendas situadas na BR-060, na zona rural da cidade. As fiscalizações foram realizadas em 2024.

Ainda de acordo com a defesa, o Sítio Recanto da Mata estava arrendado para o plantio de milho, e as irregularidades apontadas teriam envolvido funcionários de uma empresa terceirizada.

 “Ocorreu uma fiscalização em uma fazenda ‘arrendada’ pelo senhor Amado para o plantio de milho, na qual foram identificadas irregularidades na contratação de quatro colaboradores que eram empregados de uma empresa terceirizada”, explicou o advogado.

A defesa também afirmou que o caso já teria sido regularizado após a fiscalização, com a assinatura de um acordo com o Ministério Público do Trabalho. Segundo o posicionamento, todas as obrigações trabalhistas foram quitadas.

Mesmo com a manifestação da equipe jurídica do cantor, o nome de Amado Batista entrou na atualização mais recente da “lista suja” do trabalho escravo — e rapidamente virou assunto nas redes sociais.

 

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