
Depois que o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) foi preso após trocar tiros e usar uma granada contra agentes da Polícia Federal neste domingo (23), autoridades e famosos utilizaram suas redes sociais para repudiar os atos do ex-parlamentar.
O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD), ressaltou que as ofensas à ministra Cármen Lúcia e à deputada Marina Silva, feitas por Roberto Jefferson, são “atitudes repugnantes”.
As atitudes repugnantes que ofenderam a ministra Cármen Lúcia e a deputada Marina Silva, duas valorosas mulheres brasileiras, não representam a nossa sociedade, que busca um país com mais equilíbrio, serenidade e igualdade.
Rodrigo Pacheco (@rodrigopacheco) October 23, 2022
O publicitário, roteirista e humorista Antonio Tabet também se manifestou. Ele destacou que, se o ex-deputado fosse “preto e pobre”, teria sido morto e colocado no porta-malas de uma viatura.
Se Roberto Jefferson fosse preto e pobre, a esta altura, estaria morto no porta-malas de um camburão sob os aplausos dos mesmos bolsonaristas que o veneram.
— Antonio Tabet (@antoniotabet) October 23, 2022
A jornalista Vera Magalhães destacou que Roberto Jefferson não é vítima. Além disso, a apresentadora da TV Cultura lembrou que ele é um “extremista de direita”. Listando algumas comparações, o ator Gregório Duvivier disse que “Roberto Jefferson é Bolsonaro”.
Roberto Jefferson não é vítima, não é mártir. É um extremista de direita, agora com ações terroristas. Este sim um condenado pela justiça, que está atirando na polícia.
— Vera Magalhães (@veramagalhaes) October 23, 2022
Para a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, a violência disseminada por Bolsonaro “atingiu o cúmulo”, citando a troca de tiros de Roberto Jefferson com os agentes da Polícia Federal.